Tenho diabetes – e agora?

10/12/2019

Receber um diagnóstico de diabetes é sempre uma notícia difícil de gerir. A vida daí para a frente necessita de uma reestruturação e de cuidados especiais. Um seguro de saúde ajudará certamente numa rotina que incluirá acompanhamento médico.
Segundo estudos mais recentes da Organização Mundial da Saúde (OMS), os diagnósticos de diabetes mellitus tipo 2 (DMT2) são cada vez mais frequentes a considerar que esta doença assume já contornos de pandemia. A verdade é que em Portugal, de acordo com dados do Observatório Nacional da Diabetes, regista-se uma taxa de prevalência da doença de 13,3% – uma das mais elevadas da Europa –, o que significa que mais de um milhão de portugueses entre os 20 e os 79 anos de idade têm diabetes.
E o problema é que as previsões para o futuro não são muito animadoras. Segundo a OMS, os níveis elevados já matam anualmente, em todo o mundo, 3,4 milhões de pessoas, estimando-se que este valor duplique Receber um diagnóstico de diabetes é sempre uma notícia difícil de gerir. A vida daí para a frente necessita de uma reestruturação e de cuidados especiais. Um seguro de saúde ajudará certamente numa rotina que incluirá acompanhamento médico.
Segundo estudos mais recentes da Organização Mundial da Saúde (OMS), os diagnósticos de diabetes mellitus tipo 2 (DMT2) são cada vez mais frequentes a considerar que esta doença assume já contornos de pandemia. A verdade é que em Portugal, de acordo com dados do Observatório Nacional da Diabetes, regista-se uma taxa de prevalência da doença de 13,3% – uma das mais elevadas da Europa –, o que significa que mais de um milhão de portugueses entre os 20 e os 79 anos de idade têm diabetes.
E o problema é que as previsões para o futuro não são muito animadoras. Segundo a OMS, os níveis elevados já matam anualmente, em todo o mundo, 3,4 milhões de pessoas, estimando-se que este valor duplique até 2030.
De cada vez que uma pessoa recebe um diagnóstico de diabetes, são muitas as dúvidas que surgem e a incerteza pode ser grande. Antes de mais, importa esclarecer que a diabetes resulta de uma diminuição da produção de insulina e de uma deficiente ação desta hormona segregada pelo pâncreas nos tecidos periféricos.
As principais complicações associadas à diabetes prendem-se com o efeito que a mesma tem ao nível dos vários órgãos, resultante dos elevados níveis de açúcar no sangue. Segundo a OMS, cerca de 50% das pessoas com diabetes morrem de doença cardiovascular e entre 10 e 20% de insuficiência renal. Na maior parte dos países desenvolvidos, a diabetes é a principal causa de cegueira, insuficiência renal e amputação de membros inferiores.

Visite-nos e aconselhe-se connosco num seguro de saúde que precaveja o maior número de cenários de saúde possível. Com a certeza que em primeiro lugar está a saúde.

até 2030.
De cada vez que uma pessoa recebe um diagnóstico de diabetes, são muitas as dúvidas que surgem e a incerteza pode ser grande. Antes de mais, importa esclarecer que a diabetes resulta de uma diminuição da produção de insulina e de uma deficiente ação desta hormona segregada pelo pâncreas nos tecidos periféricos.
As principais complicações associadas à diabetes prendem-se com o efeito que a mesma tem ao nível dos vários órgãos, resultante dos elevados níveis de açúcar no sangue. Segundo a OMS, cerca de 50% das pessoas com diabetes morrem de doença cardiovascular e entre 10 e 20% de insuficiência renal. Na maior parte dos países desenvolvidos, a diabetes é a principal causa de cegueira, insuficiência renal e amputação de membros inferiores.

Visite-nos e aconselhe-se connosco num seguro de saúde que precaveja o maior número de cenários de saúde possível. Com a certeza que em primeiro lugar está a saúde.